A avaliação parte do histórico alimentar, da rotina da família e, quando existem, dos exames. O plano é construído em passos pequenos e realistas: introduzir uma textura, mudar um horário, trocar um alimento — o que sustenta mudança de verdade.
Em crianças com seletividade alimentar, o trabalho anda junto com fonoaudiologia e terapia ocupacional, porque textura, cheiro e postura fazem parte do problema.
“Ele come mal porque é mimado.” Na seletividade alimentar, a recusa costuma ter base sensorial — cheiro, textura, temperatura. Forçar aumenta a recusa; o caminho é ampliar o repertório aos poucos, com técnica.
Seguros Unimed
Agende uma visita a uma de nossas unidades. Nossa equipe apresenta a estrutura, as especialidades e verifica a cobertura do seu convênio.
Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Políticas de Privacidade
Escolha a unidade e a especialidade desejada.
Essa especialidade ainda não tem agenda online — preencha seus dados que nossa equipe confirma o melhor horário direto no WhatsApp.