As sessões são planejadas a partir de metas clínicas: iniciar interação, sustentar atenção compartilhada, imitar, esperar a vez, expressar emoção, organizar-se em uma sequência. Instrumentos e canções são recursos, não conteúdo — não se ensina música.
É uma frente que costuma andar junto com fonoaudiologia e psicologia, especialmente em crianças com TEA.
“Vai aprender a tocar um instrumento.” Não é o objetivo. O instrumento é ferramenta clínica: o que se busca é comunicação, interação e regulação.
Amil · GEAP · Plena Saúde
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